Contratos por faixa etária
Três versões — 11 a 13, 14 a 16, 17 ou mais. Preenchível no celular, imprimível, com espaço para as duas assinaturas e data de revisão marcada.
Transforme horários, redes sociais, senha, compras e consequências em um acordo claro entre vocês — antes da próxima discussão.

A cena
Nove da noite. O celular está na mão, a regra foi combinada de boca semana passada, e a negociação recomeça do zero.
Segunda-feira era dez horas. Quinta virou onze, porque o dia foi longo e não valia a briga. Sábado foi qualquer hora.
E aí, na terça seguinte, quando a regra das dez volta, ela tem cara de injustiça. E tem mesmo: a regra realmente mudou três vezes essa semana.
O diagnóstico
De tanto falar, a frase perde o peso. Toda noite a mesma conversa, e no fim das contas o que decide o horário não é o combinado — é o quanto sobrou de energia naquele dia.
A maior parte dos materiais sobre esse assunto explica a adolescência. Explica bem, inclusive. Mas quem está no meio disso já entendeu a fase. O que falta não é entendimento.
A virada
Regra combinada de boca muda de versão conforme o cansaço da noite, e ninguém percebe que mudou.
É a diferença entre discutir a regra inteira toda noite e discutir uma cláusula específica que está escrita ali. É menos, e é muito.
O mecanismo
Quando o aparelho é entendido como presente, toda regra vira invasão — você está mexendo numa coisa que é dele. Quando é entendido como emprestado, muda o eixo: quem empresta define as condições. Isso qualquer pessoa entende, inclusive um adolescente de doze anos.
As regras deixam de ser castigo e passam a ser condição de uso. É reenquadramento, não punição — e é a diferença entre “meu pai tirou meu celular” e “eu não cumpri o combinado”.
Dentro de cada contrato existe um bloco chamado “O que EU assino junto” — as cláusulas do adulto.
Não mexer no aparelho escondido. Não usar o celular como moeda em briga que não é sobre celular. Não falar do celular dele na frente dos outros. Não mudar regra no meio de uma discussão. E a que mais pesa: se ele contar que aconteceu alguma coisa ruim, a primeira reação não vai ser tirar o aparelho.
Contrato que obriga só um lado não é acordo — é ordem com papel em volta, e adolescente identifica isso em três segundos.
A entrega
Você recebe um sistema prático para criar o acordo, apresentar, aplicar quando furar e revisar depois.
Três versões — 11 a 13, 14 a 16, 17 ou mais. Preenchível no celular, imprimível, com espaço para as duas assinaturas e data de revisão marcada.
Para montar a versão da sua casa: horário, lugar do aparelho, senha, redes, compras dentro de app, mensagem de desconhecido.
A hora certa, a frase de abertura palavra por palavra, o que é negociável e o que não é — mais as 5 respostas mais prováveis e o que dizer em cada uma.
A escada de três degraus, decidida antes, com a cabeça fria. E a lista do que nunca entra nela.
Porque contrato sem prazo é sentença — e é por isso que adolescente não assina.
A oferta
PDF preenchível · acesso imediato · seu para sempre, sem mensalidade
QUERO FAZER ESSE ACORDOAcesso imediato · pronto para imprimir · 7 dias de garantia
A prova
São 27 páginas, com 176 campos preenchíveis de verdade — não é imagem de formulário, é formulário.
Páginas reais do material. Os campos com linha são preenchíveis no próprio arquivo.
Risco zero
Abre, lê, e se não for o que você esperava, pede o dinheiro de volta em até 7 dias. Sem justificar nada, sem formulário, sem conversa. Não faz sentido segurar dinheiro de quem achou que não serve.
Dúvidas
Acha a lista de regras — tem PDF solto circulando aos montes. O difícil é encontrar tudo isso organizado num sistema só: o roteiro de como entregar essa lista para que ela não chegue como imposição, o que responder nas cinco reações mais prováveis, e a escada de consequência combinada antes de a regra ser quebrada. A lista é a parte fácil. A conversa é a parte que trava.
Ele escreve uma lista genérica, e escreve bem. O que ele não faz é separar por faixa etária com as cláusulas do adulto dentro, nem entregar as respostas prontas para as reações, nem a escada de degraus. E não entrega um documento diagramado, preenchível e pronto para assinar.
É um PDF, sim — com 176 campos preenchíveis e cinco páginas feitas para imprimir e assinar. O valor não está na quantidade de páginas. Está em não ter que inventar o texto do combinado, nem a consequência, na noite em que a regra furar.
O roteiro da entrega trata exatamente disso — inclusive o caso do “tá bom” dito rápido, sem ler, que é o pior de todos. E a revisão de 90 dias existe para tornar a assinatura possível: ninguém está aceitando aquilo para sempre, está aceitando até a data marcada.
Não, e nem quer ter. É um combinado de família, para uso dentro de casa. Não substitui orientação profissional e não é atendimento psicológico.
São três versões: 11 a 13, 14 a 16, e 17 ou mais. Elas não diferem em rigor, diferem no que faz sentido na idade. Na versão de 17+, a lista de compromissos do adulto é maior que a do filho — e isso é proposital.
O depois
Não é rigidez. É constância.
A regra que sobrevive à quinta-feira cansada é a regra que está escrita — e continua na porta do armário da cozinha, do mesmo jeito, no dia em que ninguém está com paciência para lembrar dela.
Em poucos minutos, você pode transformar regras soltas em um acordo claro sobre celular, redes sociais, horários, compras, privacidade e consequências.
O que você recebe
Não é apenas um PDF. É uma estrutura pronta para tirar as regras da discussão e colocá-las no papel.
Acesso completo
Você tem 7 dias para conhecer o material. Se entender que não faz sentido para sua família, pode solicitar o reembolso dentro do período de garantia.