Documento para preencher, imprimir e assinar

Toda noite, a mesma negociação sobre o celular.

Horário, redes, senha, compras e consequência num só acordo escrito e assinado pelos dois — decidido antes da próxima discussão.

QUERO FAZER ESSE ACORDO
As três versões do contrato e as páginas internas do material

A cena

Nove da noite. O celular está na mão, a regra foi combinada de boca semana passada, e a negociação recomeça do zero.

Segunda-feira era dez horas. Quinta virou onze, porque o dia foi longo e não valia a briga. Sábado foi qualquer hora.

E aí, na terça seguinte, quando a regra das dez volta, ela tem cara de injustiça. E tem mesmo: a regra realmente mudou três vezes essa semana.

O diagnóstico

Isso não é falta de pulso

De tanto falar, a frase perde o peso. Toda noite a mesma conversa, e no fim das contas o que decide o horário não é o combinado — é o quanto sobrou de energia naquele dia.

A maior parte dos materiais sobre esse assunto explica a adolescência. Explica bem, inclusive. Mas quem está no meio disso já entendeu a fase. O que falta não é entendimento.

A virada

O problema não é falta de regra.
É falta de acordo escrito.

Regra combinada de boca muda de versão conforme o cansaço da noite, e ninguém percebe que mudou.

Papel não cansa. Papel não muda de humor. Papel não precisa lembrar da versão de ontem.

É a diferença entre discutir a regra inteira toda noite e discutir uma cláusula específica que está escrita ali. É menos, e é muito.

O mecanismo

Presente ou emprestado?

Essa é a primeira linha do contrato. E ela muda todo o resto.

Quando o aparelho é entendido como presente, toda regra vira invasão — você está mexendo numa coisa que é dele. Quando é entendido como emprestado, muda o eixo: quem empresta define as condições. Isso qualquer pessoa entende, inclusive um adolescente de doze anos.

As regras deixam de ser castigo e passam a ser condição de uso. É reenquadramento, não punição — e é a diferença entre “meu pai tirou meu celular” e “eu não cumpri o combinado”.

Não é um contrato só para ele. Você também assina.

Dentro de cada contrato existe um bloco chamado “O que EU assino junto” — as cláusulas do adulto.

Não mexer no aparelho escondido. Não usar o celular como moeda em briga que não é sobre celular. Não falar do celular dele na frente dos outros. Não mudar regra no meio de uma discussão. E a que mais pesa: se ele contar que aconteceu alguma coisa ruim, a primeira reação não vai ser tirar o aparelho.

Contrato que obriga só um lado não é acordo — é ordem com papel em volta, e adolescente identifica isso em três segundos.

A entrega

Você não recebe apenas um contrato.

Você recebe um sistema prático para criar o acordo, apresentar, aplicar quando furar e revisar depois.

01

Contratos por faixa etária

Três versões — 11 a 13, 14 a 16, 17 ou mais. Preenchível no celular, imprimível, com espaço para as duas assinaturas e data de revisão marcada.

02

Banco de 40 cláusulas

Para montar a versão da sua casa: horário, lugar do aparelho, senha, redes, compras dentro de app, mensagem de desconhecido.

03

Roteiro da entrega

A hora certa, a frase de abertura palavra por palavra, o que é negociável e o que não é — mais as 5 respostas mais prováveis e o que dizer em cada uma.

04

Protocolo da quebra

A escada de três degraus, decidida antes, com a cabeça fria. E a lista do que nunca entra nela.

05

Revisão de 90 dias

Porque contrato sem prazo é sentença — e é por isso que adolescente não assina.

A oferta

O Contrato do Celular
R$ 27 à vista

PDF preenchível · acesso imediato · seu para sempre, sem mensalidade

QUERO FAZER ESSE ACORDO

Acesso imediato · pronto para imprimir · 7 dias de garantia

R$ 27 para não precisar inventar regra, consequência e resposta no meio da próxima discussão. Aplicativo de controle parental é assinatura e bloqueia o aparelho — não resolve a negociação. Isto se paga uma vez.

A prova

Por dentro do material

São 27 páginas, com 176 campos preenchíveis de verdade — não é imagem de formulário, é formulário.

Uma das três versões do contrato, com as cláusulas por faixa etária
O contrato — versão 14 a 16
O bloco de cláusulas que o adulto assina
O bloco “O que EU assino junto”
O roteiro de como apresentar o documento
O roteiro da entrega
A escada de consequência em três degraus
A escada da quebra

Páginas reais do material. Os campos com linha são preenchíveis no próprio arquivo.

Risco zero

Garantia de 7 dias

Abre, lê, e se não for o que você esperava, pede o dinheiro de volta em até 7 dias. Sem justificar nada, sem formulário, sem conversa. Não faz sentido segurar dinheiro de quem achou que não serve.

Dúvidas

O que costuma travar

“Isso eu acho de graça na internet.”

Acha a lista de regras — tem PDF solto circulando aos montes. O difícil é encontrar tudo isso organizado num sistema só: o roteiro de como entregar essa lista para que ela não chegue como imposição, o que responder nas cinco reações mais prováveis, e a escada de consequência combinada antes de a regra ser quebrada. A lista é a parte fácil. A conversa é a parte que trava.

“Peço pro ChatGPT.”

Ele escreve uma lista genérica, e escreve bem. O que ele não faz é separar por faixa etária com as cláusulas do adulto dentro, nem entregar as respostas prontas para as reações, nem a escada de degraus. E não entrega um documento diagramado, preenchível e pronto para assinar.

“É só um PDF.”

É um PDF, sim — com 176 campos preenchíveis e cinco páginas feitas para imprimir e assinar. O valor não está na quantidade de páginas. Está em não ter que inventar o texto do combinado, nem a consequência, na noite em que a regra furar.

“Meu filho não vai assinar isso.”

O roteiro da entrega trata exatamente disso — inclusive o caso do “tá bom” dito rápido, sem ler, que é o pior de todos. E a revisão de 90 dias existe para tornar a assinatura possível: ninguém está aceitando aquilo para sempre, está aceitando até a data marcada.

“Isso tem valor legal?”

Não, e nem quer ter. É um combinado de família, para uso dentro de casa. Não substitui orientação profissional e não é atendimento psicológico.

“Funciona pra qualquer idade?”

São três versões: 11 a 13, 14 a 16, e 17 ou mais. Elas não diferem em rigor, diferem no que faz sentido na idade. Na versão de 17+, a lista de compromissos do adulto é maior que a do filho — e isso é proposital.

O depois

O que muda depois

Não é rigidez. É constância.

A regra que sobrevive à quinta-feira cansada é a regra que está escrita — e continua na porta do armário da cozinha, do mesmo jeito, no dia em que ninguém está com paciência para lembrar dela.

O Contrato do Celular

O combinado de casa, decidido antes da próxima discussão.

R$ 27 à vista

27 páginas · 176 campos preenchíveis · 3 versões por faixa etária · acesso imediato

QUERO FAZER ESSE ACORDO

Acesso imediato · pronto para imprimir · garantia de 7 dias